Sábado, 4 de Outubro de 2008
Último texto completamente contrário às indicações do Luís Pedro Nunes. Não quis deitar isto fora (algo completamente contrário ao que disse a Maria João).

A partir de agora é tudo certinho (algo completamente contrário à minha personalidade).

Casamento Homossexual

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publicado por João Silva às 13:22 | link do post | comentar | favorito

8 comentários:
De João Silva a 4 de Outubro de 2008 às 14:35
Neste texto vejo que há mais estrutura que noutros que já apresentaste mas apenas no sentido de ter uma história condutora, porque muitas piadas que aparecem lá pelo meio não estão relacionadas com o tema e parece que foram incluídas porque querias mesmo dizê-las. Um exemplo é a do porteiro. A imagem em si pode ter piada, mas o que é que tem a ver com o tema?
O que achei neste texto e que não tinha sentido tanto na primeira versão que li numa das aulas, é que é muito fácil ver-lhe conotações homofóbicas. Não estou a dizer que qualquer texto que goze com a homossexualidade é homofóbico, óbvio, mas tal como em todos os assuntos é preciso saber construir as piadas de forma a perceber-se que estamos a tentar rir com as pessoas e não a ser insultuosos. Talvez isso seja mais fácil com voz e performance, em que temos esses factores que podem dar mensagens contrárias às das palavras e livrar-nos dessas conotações negativas, mas de qualquer forma acho que deveria ser óbvio no texto, sem extras.


De leloupfou a 4 de Outubro de 2008 às 15:19
Hmmmm entendi-te.
Pelo menos a parte das piadas extra-contexto (a da homofobia lido depois, já que o Le Loup Fou é, propositadamente, um personagem ligeiramente homofóbico e machista qb).

Talvez esteja a pegar-me demasiado a esse estilo.

Realmente não é fácil para mim resistir à tentação de disparar para todos os lados. A minha "regra" é: tudo o que penso na altura e é ridículo o suficiente para escrever.... entra.

Vou tentar substituir as piadas que não têm a ver com o tema do texto, com outras que facilmente se reconheçam como tal.

Boa crítica. É com estas que vou aprendendo.

Abraço
TCC


De guifonseca a 4 de Outubro de 2008 às 15:55
Sim, concordo. Acho que neste texto conseguiste alcançar uma melhor estrutura, principalmente porque optaste por contar uma história, o quer te dá principio, meio e fim. No entanto acho que perdes sempre por ser "gongórico" na quantidade de piadas. Acho que te deviamos chamar "metralhadora"...

Mesmo assim, acho que este texto é o mais consistente que já li escrito por ti. Ganhas por seres directo, por teres sempre um objectivo ao fundo do túnel e escrever para o alcançar, não te perdes em devaneios ou ramos que não levam a lado nenhum. E tenho de concordar com o João na tua "pontaria". (As minhas metáforas fazem de ti um ser completamente bélico...)

gui


De Miguel Gomes da Costa a 4 de Outubro de 2008 às 18:12
Ai querem belicismo? Rapaz: os teus textos são uma granada de fragmentação Mills Bomb 36M, ou um obus Alto-Explosivo de um canhão de 25 Libras.
Como todas as munições deste tipo, não são muito selectivas no impacto e vai tudo o que estiver à frente, para além de perderem um pouco de precisão a longa distância. É certo que a expansão da onda de choque é garantia da eliminação das forças inimigas na área atingida, mas junto com elas, podem ir também as forças amigas colocadas no terreno, o que constitui um desastre táctico.
A minha recomendação, enquanto Major reformado que conheceu as agruras do deserto da Líbia, é que adoptes uma munição de alta velocidade AP, de preferência, num canhão Flak 88 mm de 37 embocaduras. Ou seja: menos poder explosivo, mas mais poder perfurante, com alta precisão a longa distância, inclusive sobre carros blindados, até 2 quilómetros.
Já te tinha dito nas primeiras aulas, sobre o site Loup Fou, que me parece que tens a capacidade de criar 300 piadas por segundo, mas não tens de as meter todas. Um pouco como quem cozinha um prato e quer meter todas as especiarias que tem em casa - neste caso, como noutros, "less is more".
E quem sou eu para estar aqui a mandar bocas? Estou há 2 dias à procura de uma ideia para escrever para o Eduardo Madeira e não me ocorre nada de jeito...


De guifonseca a 4 de Outubro de 2008 às 18:29
Por favor, diz-me, pelo bem da nossa evolutiva relação de amizade, que esses conhecimento de munições e aparelhos bélicos é fruto de uma exaustiva pesquisa para este comment...

... é uma ode a Maria João Cruz e fizeste "pesquisa, pesquisa, pesquisa", certo?

No entanto, ainda bem que disseste isso do texto do Eduardo Madeira, porque não faço a mínima... mínima... do que escrever... sou uma pessoa com tão poucos acontecimentos cómicos no meu historial. Pelo menos que me lembre deles para segunda feira.


De leloupfou a 4 de Outubro de 2008 às 20:24
Epá... embora o misha pareça ter uma costela de unabomber, uma coisa é certa:
- Valorizo tudo o que me dizem e fico muito contentinho por estar a melhorar.
Porreiro!


De Marta a 5 de Outubro de 2008 às 13:59
Eu também acho que há mais estrutura. Continuam muitas ideias juntas, misturadas e disparadas, mas definiticamente há um alinhamento diferente e principio, meio e fim. E se as tais 300 ideias por segundo, dessem 20 textos em vez de estarem todas no mesmo, hum? Podia resultar melhor e ajudar-te a desenvolver cada uma com calma.


De leloupfou a 5 de Outubro de 2008 às 15:51
Isso é muito bom, e até que é o objectivo. Preciso é das aulas e de vocês todos para o fazer.
Group hug.... :)


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