Terça-feira, 13.01.09

Esta coisa anda parada... E como eu não sei, mas imagino que tenham saudades de ouvir falar nesse grande meio de transporte que é o metropolitano, deixo-vos a minha mais recente experiência (já publiquei no das crónicas, mas fica aqui para matar saudades vossas, ou vocês minhas... se as tiverem).

 



publicado por Marta às 20:46 | link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito

Quinta-feira, 27.11.08

Pois queria. E era só para isto.

Fica a Sónia, o Gui, eu e o João. Nós em Springfield.

Ficava mais giro se estivessemos mais...

 

 



publicado por Marta às 11:10 | link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito

Terça-feira, 25.11.08

O Erick publicou o texto que enviou no inicio e o Mário também já fez referência ao que inspirou o dele.

Achei giro partilharmos os diferentes géneros que nos levaram até ao Amazónia.

Deixo o meu aqui.

Não é autobiográfico, embora uma ou outra coisa sejam situações a que assisti. Não sendo autobiográfico é um bocadinho a minha cara.

E não, não conheço nenhuma Clara nem nenhum Horácio.



publicado por Marta às 16:18 | link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito

Quinta-feira, 06.11.08

a países que o pai atacou não dava um sketch?
Uma coisa de rebeldia perante o pai, complexo de Édipo, um caso de burrice aguda, um ataque descarado e repetido numa tentativa de ser como o pai mas longe das montanhas? Hum...? Não...?
Também é uma coisa que por si já é cómica, é verdade... hm...



publicado por Marta às 13:44 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 04.11.08

Acabadinho de fazer. Fica aqui. Não foi bem a partir de uma notícia mas de um anuncio do museu da marioneta. A minha dificuldade foi fugir ao estereotipo de cada jornal por um lado, e por outro o humor em cada um sem ser fazendo pouco do próprio (mais no caso do 24 HoraS). A ideia era se escrevessemos humor para um ou para outro, não era? Pois... acho que passei ao lado.



publicado por João Silva às 10:52 |
editado por Marta em 05/11/2008 às 19:09link do post | comentar | favorito

Um taco de golfe encostado a uma porta nas descida até ao Marquês - agora tudo é instalação, seria mais uma? Não sei, pareceu-me tudo Fellini.



Um homem ébrio, cheio de sacos, cartões e papelões, faz uma invasão selvagem ao banco que ocupo. Discursa o resto do caminho acerca de políticos, pedófilos, pretos. Devia ser dos P's, não vi associação óbvia a não ser o final que era para todos "toneladas por baixo" - whatever that means.

Já no comboio, a senhora à minha frente dormita e cabeceia e eu penso que vou descansar nesta viagem.
Pensei cedo demais. Conversa pseudo-intelectual-romântica-burguesia-falida no comboio das 23h30 é mau, muito mau. Sou brindada por um casal de amigos que mantém o seguinte diálogo (entre outras pérolas idiotas):
"Li um do Chico Buarque..."
Ela interpela-o. Sempre sem o olhar, examinando em vez disso, as próprias mãos:
"Eu acho o Chico Buarque muito excêntrico..."
E ele, meio baralhado:
"O Chico... Buarque...?" ele a tentar que ela raciocinasse...
"Sim, acho-o muito excêntrico"
(parentesis para dizer que a esta altura já eu fervia e me contorcia no lugar)
Ele ainda arrisca:
"Não o acho muito..." e ainda a medo, ousa: "acho o Ney Matogrosso excêntrico..."
Ela mantém-se firme e não acusa o toque:
"Hm... não, o Ney Matogrosso... bom, dá-se o desconto que o senhor já está noutra. Mas o Chico Buarque é muito excêntrico e pessoas excêntricas como ele, não se sentem bem na sua pele"
O-ren Ishii a correr descalça por cima da mesa... zas! Focus Marta, focus, não se pode fazer mal às pessoas.
Ora, eu tive uma professora que lembrava na faculdade, porque tinha razões para isso, que dominar conceitos é fundamental até para uma elementar conversa. Parece-me que aqui não se domina o termo excêntrico.
E pior me parece o amigo que era o género sofá de 3 lugares e foi incapaz de defender Chico, Ney e fosse quem fosse a que ela se referia.
Este país precisa de ser ainda mais maltratado, arrasadoinundado, invadido, retratado, é retratado que eu quero escrever.



publicado por João Silva às 01:12 | link do post | comentar | favorito

Domingo, 02.11.08
Não tenho a certeza quanto à ordem, mas pareceu-me que não ficava mal a que escolhi.
Deixo aqui o meu. Digam-me qualquer coisa, ok?
Como reparado pelo Miguel, falta só a pergunta... é: "Quem vencerá as eleições americanas, dia 4?"


publicado por João Silva às 18:06 | link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito

Sábado, 01.11.08

Fica o Erick, que estou de saída (a jfkjshff do Gimp estava dificil).



publicado por João Silva às 20:34 |
editado por Marta em 05/11/2008 às 19:09link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 29.10.08
Já se sabe que eu gosto da crítica de costumes, verdade? Vou continuar, portanto.
E hoje o meu objectivo final será o singular que nunca o foi. Passo à dissertação.Imagine-se as amigas (mães e não mães) dos biombos do open space, esse verdadeiro ecossistema urbano, em vésperas de irem a um casamento, baptizado ou outra festança que implique banquete, dança, sapatos a fazer de telefones e gravatas na testa.
A descrição passa sempre pela indumentária dos membros da familia que atenderão o acontecimento. E sempre pelas mesmas fórmulas.
As crias levam vestidinho, sainha, calçãozinho, calcinha, camisinha, camisolinha. Tenham 3 ou 12 anos. Tudo muito no diminutivo para condizer e frisar bem que "isto é os miudos".
Por falar em crianças e baptizados, deixa passar o momento lá-está-ela-cheia-de pena. Dá dó (dá dó é lindo) ver bebés vestidos de cetim creme, como pequenos homenzinhos. Até gravatas levam. Depois é ver as fotos do processo que é vestir-lhe aquilo por cima de fraldas e refegos. Eles, mínimos, agarrados às grades da cama... de gravata... deprimente (não vou dizer coitadinhos, não vou dizer coitadinhos, não vou dizer coitadinhos).
Os maridos levam a calça, que para mim, reina nos singulares criativamente implementados por estas criaturas. A calça cinzenta, vincada, que "o meu Armando gosta da calça vincada".
Elas levam a toilette que faz furor e normalmente não varia muito entre o preto e o "bordó" (sic), vestido longo (sigh) e echarpe (mega sigh). Tudo muito cheio de viscose, nylon, poliester. Cabelo armado e canudos a cair sobre o pescoço completam.
A calça não é só em dias de festa, mas nessas alturas refina.
A armadilha dos singulares que complicam são os ténis. Nota-se sempre a hesitação antes do monumental espalhaço do "Téni".
Next: as modas entre as amigas do biombo (mais uma vez, mães e não mães).


publicado por João Silva às 14:52 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 28.10.08

Só vem agora porque tive de a procurar no caos baú que é o meu pc. E também porque hoje já sou mais homenzinha, o Nuno Costa Santos perguntou sejá tinhamos parodiado os formadores e it hit me: "olha, pois já!". Já posso pôr aqui isto, portanto.
Agora que já temos cartoon para cada formador, por que não deixar o meu texto da aula do Luis Pedro Nunes? Parodiado uma vez, parodiado toda a vida. Fica aqui, que é o sitio para ficar. Devo dizer em minha defesa, que me foi lançado (não vou dizer o réptil, não vou dizer o réptil, não vou dizer o réptil) o desafio (ah, correu muito bem, viram?) de descrever a aula em formato de notícia, não escedendo os 800 caracteres (esta parte tocou a todos). Risquei o que seria para retirar do texto.

Luís Pedro Nunes não participou na habitual aula de RPM mas levou-a consigo para a de escrita de humor 

Luís Pedro Nunes imprimiu à aula de ontem o ritmo da de rpm.
A aula começou com o aquecimento, seguiu com subidas de montanha, rectas, quadros a cair, voltas à sala e sprints, e terminou num retorno à calma, uma série de alongamentos, jornais apanhados do chão e distribuição de temas. A experiência foi partilhada por uma aluna:
“Assisti à aula, sim. Ajustei a altura, a resistência e peguei na caneta. Depois fui tentando fazer-me transparente, passar despercebida, acompanhar tudo muito discretamente. Não sei, fiz mal qualquer movimento, e fiquei fluorescente. Em vez de perder as 800 calorias que o RPM promete, ganhei 800 caracteres sobre a aula. Fiquei cansada, mas gostei muito. E posso jurar que vi, abandonado a um canto, o fato do Eixo do mal."



publicado por João Silva às 12:55 | link do post | comentar | favorito

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